4 de agosto de 2005

Com "unhas e dentes"

Antes de mais agradeço com franqueza a colaboração e dedicação inigualáveis que Eu próprio concedi a esta instituição.
Benvindo seja Eu.

Já aqui se tem argumentado sobre essas escamas córneas compactas, fortemente aderidas umas às outras, formadas com uma substância denominada queratina. Pois é... as unhas tomam uma importância fulcral e crescente no quotidiano, sendo talvez um dos factores predominantes para a nossa existência enquanto humanos.


Há, no entanto, uma situação que me preocupa, chegando ao ponto de questionar a própria viabilidade do planeta terra, ou pelo menos daqueles que maioritariamente o habitam.
Onicofagia é o nome do problema... Defino-o como o hábito fisiológico (ou então não) de desgastar o crescimento das extremidades unhácteis, mediante o uso das peças dentárias (normalmente do próprio indivíduo, podendo eventualmente surgir como um acto conjunto, social e familiar, e em alguns casos aplicado a mãos e pés, com vários colaboradores em sincronia ou eventual simbiose). O ponto central da questão é muito simples: é ou não verdade que por vezes nos distraímos ao ponto de já termos ingerido uma porção do dedo que ronda os 50 por cento do seu volume? (parecendo que não, é meio dedo)
Ora... eu nunca ouvi os meus avós a falarem disto e suponho por isso que este fenómeno tenha surgido nas últimas gerações, talvez há poucos anos, e com uma apresentação em crescimento linear (estudos cientificos complexos demonstram os valores)
Considerando que a medida de um dedo são 7 cm, e que o problema surgiu à 30 anos, daqui a 250/300 anos estamos a comer o próprio ombro.
O que me preocupa é que o ombro se situa razoávelmente perto do coração.
Estaremos próximos do fim?
Proponho uma solução simples e eficaz: cabe ao governo e ás instituiçoes a ele associadas cultivar o reaparecimento da unha especializada na remoção de cera, cuja medida ronda os 3,8 a 7 cm, atribuindo um subsídio por cada dedo que possua uma unha com este enquadramento legal.
Colaborem, salvem a nossa espécie.

1 comentários:

oiuogbvkm disse...

Seria preocupante se em vez das unhas das mãos roessemos as dos pés. Aí sim, ao fim de algum tempo chegaríamos a um orgão vital: a boa da genitália.
Agora o coração... bah, dispensa-se...

 
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